Escrever para Existir – Construindo meu Manifesto

FlipZona Visita! Fechando a programação de oficinas gratuitas para os jovens, “Escrever para Existir – Construindo meu Manifesto”, convida os participantes a compartilhar o que há de mais especial e potente em si mesmo, a partir da escrita, em oficina online.  Idealizador do programa de escrita criativa de mesmo nome, Matheus Marques é produtor cultural e incentivador da escrita como fonte para “abrir espaços e fazer brilhar cada existência”.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 26 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: a partir de 15 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/hVsp2HEZ2f4q7Em59  Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio

Escrever para Existir – Escrevendo com a Cidade

FlipZona Visita! “O espaço da cidade como tela em branco. Escrever COM a cidade é se deixar atravessar por tudo o que nos cerca: imagens, paisagens, sons e pessoas”, é o que diz Matheus Marques, produtor cultural e idealizador do programa de escrita criativa “Escrever para Existir”, adaptado agora para três oficinas gratuitas e online. Esta turma, marcada para o dia 25 de março, irá trabalhar a partir do subtema “Escrevendo com a Cidade”.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 25 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: 11 a 16 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/FuzgoUFAN7TtBgNp9   Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de

Escrever para Existir – Criando o mundo ao meu redor

FlipZona Visita! Matheus Marques é produtor cultural e idealizador do programa de escrita criativa “Escrever para Existir”, adaptado agora para três oficinas gratuitas e online. A primeira turma, marcada para o dia 24 de março, irá trabalhar a partir do subtema “Criando o mundo ao meu redor”. Para deixar a criatividade fluir, criar mundos, a ideia é explorar as diversas possibilidades na criação de começos.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 24 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: 10 a 14 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/nGN6iNFDV34sSLkV9  Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio da CAJU – Casa da Juventude

A Margem Poética

FlipZona Visita! Seguimos com a série de oficinas que pretende mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática. Nos dias 22 e 23 de março, a poeta/slammer e bordadeira, Nathalia Leal, propõe uma imersão na escrita e no fazer marginal, a partir da literatura cotidiana, das muitas periferias e suas pluralidades junto a cultura subversiva do “faça você mesmo”. “A Margem Poética” é uma busca por datar memórias, multiplicidades, visões e contestações tanto no papel, quanto no compartilhamento em formato de publicações independentes e de fácil acesso.  Oficineira: Nathalia Leal, de origem indígena Kariri, poeta/slammer e bordadeira, mãe do Luccas. Nascida na comunidade do Jd.Elba – periferia da Zona Leste de SP, e atualmente moradora da comunidade tradicional do Corumbê – Paraty. Co-fundadora e organizadora do Slam de Quinta (primeira batalha de poesia de Paraty desde 2017), integrante da coletiva Bordadeiras Poéticas e participa da Feira de

As possibilidades da fotografia e do audiovisual utilizando o celular

FlipZona visita! No dia 19 de março, as produtoras culturais Gabriela Marsico e Rafaela Marsico comandam a oficina “As possibilidades da fotografia e do audiovisual utilizando o celular”, que irá ensinar as melhores técnicas e estratégias para o uso do celular na concepção de fotos e vídeos para as redes sociais. As oficinas pretendem mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática.. Oficineiras: Gabriela Marsico é produtora de conteúdo digital com foco em comunicação para a cultura e política. Foi através da FlipZona que iniciou a sua formação como aluna e posteriormente como monitora. Participou do programa ao vivo Conexão Futura (2014), mesa “Páginas Anônimas” (programação oficial da FLIP em parceria com a Globo em 2015), programas de rádios, jornais e revistas eletrônicas para falar sobre o trabalho na Flipzona. Aos 20 anos, tornou- se coordenadora de comunicação do Teatro Popular Oscar Niemeyer, maior teatro público de

A Fotografia como ferramenta social – beleza e dignidade

FlipZona visita! Na segunda oficina deste projeto, que pretende mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática, o fotógrafo e documentarista Wanderson Santos ensina os princípios do fotografar a partir da linguagem documental. “A Fotografia como ferramenta social – beleza e dignidade” trabalha na ideia da documentação como fonte de vínculo entre morador e comunidade. Os participantes serão estimulados a ter um olhar sincero, cru e metafórico sobre a forma como a comunidade se constrói e a partir daí poderão usar sua fotografia como veículo de inclusão e fortalecimento de vínculo.  Oficineiro: Wanderson Santos é fotógrafo e documentarista com olhar voltado para comunidades periféricas de Paraty-RJ. Antes de iniciar na fotografia, atuava como beatmaker e webdesigner. Entre os trabalhos mais importantes estão a Cipher “Nova Senzala” (Coletivo Valor Invertido), o EP “Avante” do Rapper Rodrigo Popay (Vale do Paraíba-SP) e a identidade visual da empresa Black Roots

Biblioteca Comunitária Casa Azul Visita

Com o objetivo de formar leitores e fortalecer a cultura do livro, mobilizando a comunidade paratiense e público geral, além de gestores e professores da rede municipal, famílias e educadores, na dinâmica e interação com as crianças, iniciamos em 2022 um projeto que descentraliza as ações da Biblioteca Comunitária Casa Azul e leva uma programação especial à Escolas Municipais de Paraty, terminando na Praça da Matriz, no Centro Histórico. Entre as ações planejadas estão: “Pé de Livro”, “Contação de Histórias”, “Mediação de Leitura”, apresentações e oficinas para cada espaço, de 7 a 17 de março. No dia 7 de março, Bianca Paraty e Wanessa Malvar vão até a Escola Municial Guiomar Schimidt Marques para apresentar “com todo seu coração”, uma história que convida a embarcar nas diversas canoas e cirandas que a música popular tradicional da cidade colonial oferece, além dos causos, gestos e regionalidades, e o uso das máscaras, feitas de papel machê – técnica clássica do artesanato de

Vamos compor uma trilha?

FlipZona Visita! A partir de quarta-feira, dia 9 de março, iremos realizar uma série de oficinas em linguagens variadas, em parceria com a Prefeitura de Paraty e apoio da Caju, Casa de Juventude de Paraty, recém-inaugurada na cidade. As ações vão até o dia 26 de março e a proposta é mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática. Na oficina que abre a programação, o foco está no processo criativo e de produção de dois jovens artistas que produziram, de forma independente, as duas últimas trilhas sonoras da Flipinha, e agora abrem esse processo para mais jovens terem essa vivência presencial de criação. “Versos, improvisação e BeatBox” irá abordar os saberes dos versos, métricas e rimas do nosso Brasil, com diferentes exemplos de movimentos culturais. Além de práticas e técnicas de BeatBox, sons desenvolvidos com o próprio corpo e o processo de digitalização e produção desses

Petrobras na Flipinha: Construindo narrativas em diferentes linguagens

A narrativa é uma necessidade humana, contar e ouvir histórias são parte da nossa rotina de construção de repertório e desenvolvimento de habilidades. O artista, nas mais diversas linguagens, conta sua história, mas  pode não estar exatamente contando e, sim, cantando, dançando ou tocando histórias! No dia 25 novembro, às 18h, a Flipinha recebe Ricardo Petracca (Orquestra Petrobras Sinfônica) e Alex Neoral (Bichos Dançantes) para uma conversa sobre o ato de contar histórias, independente da forma ou plataforma, a partir da experiência de se aventurarem além das fronteiras de suas próprias artes para traçarem linhas em uma folha de papel no passo e no compasso de suas criatividades. A mediação será feita por Milton Bittencourt, Coordenador de Patrocínio Cultural e Esportivo da Petrobras. Ao final da conversa, uma apresentação inédita da Orquestra Petrobras Sinfônica será exibida. Ricardo Petracca é Doutor e Mestre em música, com especialidade em História da Música, graduado em Composição e Regência e Licenciado em Filosofia e Educação

Primeira mesa da Ciranda dos Autores

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, acontecerá a primeira mesa de conversa da Ciranda dos Autores, realizada pelo Educativo Flip, como parte da programação da 19ª edição da Flip. Este, que será o terceiro encontro presencial do Percurso Formativo Sementes, convida os educadores Valmir Kuaray e Cristine Takuá, para discutir o tema desta edição: identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais. A ideia é expandir o debate iniciado em agosto no Sementes, coordenado pela Denise Col, com a participação de educadores de Paraty, que leram obras enviadas por editoras e autores independentes, e propor a troca de perspectivas cruzando a realidade do ensino tradicional com a experiência da escola indígena trazida pelos convidados. Em que medida conseguimos encontrar caminhos alternativos para o pensamento colonialista que rege a educação escolar na maior parte do país?

Módulo Biblioteca

Entregamos mais um Módulo Biblioteca Comunitária Casa Azul! Desta vez, na Escola Municipal Guiomar Schmidt Marques – Escola Estaleiro, em Paraty. Inicialmente com 150 livros de literatura infanto juvenil, o objetivo é despertar o interesse pela leitura, possibilitando o acesso em diversos lugares. Ao todo, 27 espaços, entre escolas e instituições de Paraty, já receberam módulos nesta iniciativa criada pelo Educativo Flip. O projeto trabalha também com a ideia de fortalecer espaços já existentes e de estimular a criação de novas bibliotecas comunitárias, escolares e espaços de leitura variados. No Módulo, os livros estão disponíveis para utilização no local e empréstimos, e seguimos como parceiro cooperativo, zelando pela conservação do acervo e fazendo a troca ou recuperação em caso de danos.

Percurso Formativo Sementes

As tradicionais rodas de conversa com escritores e ilustradores da Ciranda dos Autores estão marcadas para acontecer de 22 a 27 de novembro, na Flipinha 2021, cujo tema central será identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais. Para ampliar o formato participativo da curadoria do evento, educadores de Paraty estão participando do Percurso Formativo Sementes, com coordenação pedagógica da Denise Col. No vídeo, feito pela videomaker Samara Donario e pela jornalista Sabrina Kelly, ambas moradoras de Paraty, contamos um pouco sobre este processo, que culminará com a definição da programação da Flipinha 2021, a partir de leituras e análises de obras enviadas por editoras e autores independentes. Assista: https://youtu.be/6tmslCxYrls

22 a 27 de novembro
O tema central deste ano será: identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais.

Sob esse viés desejamos refletir sobre a relação entre o modo de vida contemporâneo e a exploração do meio ambiente, a dissociação entre humano e natureza – o mundo natural, as plantas, os animais – além de outros tópicos fundamentais na concepção do Educativo Flip, como a representatividade, a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e o protagonismo, sobretudo, dos que sofrem preconceitos relativos às questões de racialização, gênero e desigualdade social.

Escrever para Existir – Construindo meu Manifesto

FlipZona Visita! Fechando a programação de oficinas gratuitas para os jovens, “Escrever para Existir – Construindo meu Manifesto”, convida os participantes a compartilhar o que há de mais especial e potente em si mesmo, a partir da escrita, em oficina online.  Idealizador do programa de escrita criativa de mesmo nome, Matheus Marques é produtor cultural e incentivador da escrita como fonte para “abrir espaços e fazer brilhar cada existência”.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 26 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: a partir de 15 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/hVsp2HEZ2f4q7Em59  Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio

Escrever para Existir – Escrevendo com a Cidade

FlipZona Visita! “O espaço da cidade como tela em branco. Escrever COM a cidade é se deixar atravessar por tudo o que nos cerca: imagens, paisagens, sons e pessoas”, é o que diz Matheus Marques, produtor cultural e idealizador do programa de escrita criativa “Escrever para Existir”, adaptado agora para três oficinas gratuitas e online. Esta turma, marcada para o dia 25 de março, irá trabalhar a partir do subtema “Escrevendo com a Cidade”.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 25 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: 11 a 16 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/FuzgoUFAN7TtBgNp9   Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de

Escrever para Existir – Criando o mundo ao meu redor

FlipZona Visita! Matheus Marques é produtor cultural e idealizador do programa de escrita criativa “Escrever para Existir”, adaptado agora para três oficinas gratuitas e online. A primeira turma, marcada para o dia 24 de março, irá trabalhar a partir do subtema “Criando o mundo ao meu redor”. Para deixar a criatividade fluir, criar mundos, a ideia é explorar as diversas possibilidades na criação de começos.  Oficineiro: Matheus Marques é produtor cultural formado pela UFF, com Especialização em Literatura, Arte e Pensamento Contemporâneo, e Mestrado em Literatura, Cultura e Contemporaneidade, ambos pela PUC-Rio. É idealizador e desenvolve as oficinas do programa de escrita criativa Escrever para Existir. 📍 Quando: Dias 24 de março  📍 Onde: Online (Plataforma ZOOM) 📍 Público: 10 a 14 anos   Inscrição gratuita: https://forms.gle/nGN6iNFDV34sSLkV9  Este projeto é uma realização da Associação Casa Azul e conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Paraty, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio da CAJU – Casa da Juventude

A Margem Poética

FlipZona Visita! Seguimos com a série de oficinas que pretende mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática. Nos dias 22 e 23 de março, a poeta/slammer e bordadeira, Nathalia Leal, propõe uma imersão na escrita e no fazer marginal, a partir da literatura cotidiana, das muitas periferias e suas pluralidades junto a cultura subversiva do “faça você mesmo”. “A Margem Poética” é uma busca por datar memórias, multiplicidades, visões e contestações tanto no papel, quanto no compartilhamento em formato de publicações independentes e de fácil acesso.  Oficineira: Nathalia Leal, de origem indígena Kariri, poeta/slammer e bordadeira, mãe do Luccas. Nascida na comunidade do Jd.Elba – periferia da Zona Leste de SP, e atualmente moradora da comunidade tradicional do Corumbê – Paraty. Co-fundadora e organizadora do Slam de Quinta (primeira batalha de poesia de Paraty desde 2017), integrante da coletiva Bordadeiras Poéticas e participa da Feira de

As possibilidades da fotografia e do audiovisual utilizando o celular

FlipZona visita! No dia 19 de março, as produtoras culturais Gabriela Marsico e Rafaela Marsico comandam a oficina “As possibilidades da fotografia e do audiovisual utilizando o celular”, que irá ensinar as melhores técnicas e estratégias para o uso do celular na concepção de fotos e vídeos para as redes sociais. As oficinas pretendem mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática.. Oficineiras: Gabriela Marsico é produtora de conteúdo digital com foco em comunicação para a cultura e política. Foi através da FlipZona que iniciou a sua formação como aluna e posteriormente como monitora. Participou do programa ao vivo Conexão Futura (2014), mesa “Páginas Anônimas” (programação oficial da FLIP em parceria com a Globo em 2015), programas de rádios, jornais e revistas eletrônicas para falar sobre o trabalho na Flipzona. Aos 20 anos, tornou- se coordenadora de comunicação do Teatro Popular Oscar Niemeyer, maior teatro público de

A Fotografia como ferramenta social – beleza e dignidade

FlipZona visita! Na segunda oficina deste projeto, que pretende mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática, o fotógrafo e documentarista Wanderson Santos ensina os princípios do fotografar a partir da linguagem documental. “A Fotografia como ferramenta social – beleza e dignidade” trabalha na ideia da documentação como fonte de vínculo entre morador e comunidade. Os participantes serão estimulados a ter um olhar sincero, cru e metafórico sobre a forma como a comunidade se constrói e a partir daí poderão usar sua fotografia como veículo de inclusão e fortalecimento de vínculo.  Oficineiro: Wanderson Santos é fotógrafo e documentarista com olhar voltado para comunidades periféricas de Paraty-RJ. Antes de iniciar na fotografia, atuava como beatmaker e webdesigner. Entre os trabalhos mais importantes estão a Cipher “Nova Senzala” (Coletivo Valor Invertido), o EP “Avante” do Rapper Rodrigo Popay (Vale do Paraíba-SP) e a identidade visual da empresa Black Roots

Biblioteca Comunitária Casa Azul Visita

Com o objetivo de formar leitores e fortalecer a cultura do livro, mobilizando a comunidade paratiense e público geral, além de gestores e professores da rede municipal, famílias e educadores, na dinâmica e interação com as crianças, iniciamos em 2022 um projeto que descentraliza as ações da Biblioteca Comunitária Casa Azul e leva uma programação especial à Escolas Municipais de Paraty, terminando na Praça da Matriz, no Centro Histórico. Entre as ações planejadas estão: “Pé de Livro”, “Contação de Histórias”, “Mediação de Leitura”, apresentações e oficinas para cada espaço, de 7 a 17 de março. No dia 7 de março, Bianca Paraty e Wanessa Malvar vão até a Escola Municial Guiomar Schimidt Marques para apresentar “com todo seu coração”, uma história que convida a embarcar nas diversas canoas e cirandas que a música popular tradicional da cidade colonial oferece, além dos causos, gestos e regionalidades, e o uso das máscaras, feitas de papel machê – técnica clássica do artesanato de

Vamos compor uma trilha?

FlipZona Visita! A partir de quarta-feira, dia 9 de março, iremos realizar uma série de oficinas em linguagens variadas, em parceria com a Prefeitura de Paraty e apoio da Caju, Casa de Juventude de Paraty, recém-inaugurada na cidade. As ações vão até o dia 26 de março e a proposta é mobilizar os jovens da comunidade reforçando vínculos identitários, a partir da literatura, jornalismo e novas mídias, com foco em Educação Midiática. Na oficina que abre a programação, o foco está no processo criativo e de produção de dois jovens artistas que produziram, de forma independente, as duas últimas trilhas sonoras da Flipinha, e agora abrem esse processo para mais jovens terem essa vivência presencial de criação. “Versos, improvisação e BeatBox” irá abordar os saberes dos versos, métricas e rimas do nosso Brasil, com diferentes exemplos de movimentos culturais. Além de práticas e técnicas de BeatBox, sons desenvolvidos com o próprio corpo e o processo de digitalização e produção desses

Petrobras na Flipinha: Construindo narrativas em diferentes linguagens

A narrativa é uma necessidade humana, contar e ouvir histórias são parte da nossa rotina de construção de repertório e desenvolvimento de habilidades. O artista, nas mais diversas linguagens, conta sua história, mas  pode não estar exatamente contando e, sim, cantando, dançando ou tocando histórias! No dia 25 novembro, às 18h, a Flipinha recebe Ricardo Petracca (Orquestra Petrobras Sinfônica) e Alex Neoral (Bichos Dançantes) para uma conversa sobre o ato de contar histórias, independente da forma ou plataforma, a partir da experiência de se aventurarem além das fronteiras de suas próprias artes para traçarem linhas em uma folha de papel no passo e no compasso de suas criatividades. A mediação será feita por Milton Bittencourt, Coordenador de Patrocínio Cultural e Esportivo da Petrobras. Ao final da conversa, uma apresentação inédita da Orquestra Petrobras Sinfônica será exibida. Ricardo Petracca é Doutor e Mestre em música, com especialidade em História da Música, graduado em Composição e Regência e Licenciado em Filosofia e Educação

Primeira mesa da Ciranda dos Autores

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, acontecerá a primeira mesa de conversa da Ciranda dos Autores, realizada pelo Educativo Flip, como parte da programação da 19ª edição da Flip. Este, que será o terceiro encontro presencial do Percurso Formativo Sementes, convida os educadores Valmir Kuaray e Cristine Takuá, para discutir o tema desta edição: identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais. A ideia é expandir o debate iniciado em agosto no Sementes, coordenado pela Denise Col, com a participação de educadores de Paraty, que leram obras enviadas por editoras e autores independentes, e propor a troca de perspectivas cruzando a realidade do ensino tradicional com a experiência da escola indígena trazida pelos convidados. Em que medida conseguimos encontrar caminhos alternativos para o pensamento colonialista que rege a educação escolar na maior parte do país?

Módulo Biblioteca

Entregamos mais um Módulo Biblioteca Comunitária Casa Azul! Desta vez, na Escola Municipal Guiomar Schmidt Marques – Escola Estaleiro, em Paraty. Inicialmente com 150 livros de literatura infanto juvenil, o objetivo é despertar o interesse pela leitura, possibilitando o acesso em diversos lugares. Ao todo, 27 espaços, entre escolas e instituições de Paraty, já receberam módulos nesta iniciativa criada pelo Educativo Flip. O projeto trabalha também com a ideia de fortalecer espaços já existentes e de estimular a criação de novas bibliotecas comunitárias, escolares e espaços de leitura variados. No Módulo, os livros estão disponíveis para utilização no local e empréstimos, e seguimos como parceiro cooperativo, zelando pela conservação do acervo e fazendo a troca ou recuperação em caso de danos.

Percurso Formativo Sementes

As tradicionais rodas de conversa com escritores e ilustradores da Ciranda dos Autores estão marcadas para acontecer de 22 a 27 de novembro, na Flipinha 2021, cujo tema central será identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais. Para ampliar o formato participativo da curadoria do evento, educadores de Paraty estão participando do Percurso Formativo Sementes, com coordenação pedagógica da Denise Col. No vídeo, feito pela videomaker Samara Donario e pela jornalista Sabrina Kelly, ambas moradoras de Paraty, contamos um pouco sobre este processo, que culminará com a definição da programação da Flipinha 2021, a partir de leituras e análises de obras enviadas por editoras e autores independentes. Assista: https://youtu.be/6tmslCxYrls