Nesta mesa, inteligência artificial, identidade periférica, literatura e tecnologias ancestrais se cruzam em uma encruzilhada crítica e criativa. Em tempos em que algoritmos determinam quem é reconhecido — e quem é silenciado — o que está em jogo é muito mais do que técnica: é a disputa por memória, representação e poder. O debate percorre os desafios éticos do reconhecimento facial, as violências algorítmicas que afetam corpos negros e periféricos, e as potências de resistência presentes na oralidade, na escrita e nos saberes tradicionais. Uma conversa sobre o que as máquinas não sabem, mas as quebradas não esquecem.
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