cobertura

Programa Educativo: debate sobre analfabetismo no segundo dia

- Oficina Palavras sem fronteiras

Na oficina que aconteceu na Central Flipinha nesta tarde de quinta-feira, as escritoras Selma Maria e Penelope Martins interagiram, por meio de contação de histórias, com crianças que lotaram o espaço.Também ofereceram café em um bule gigante, brincaram com perguntas, como "Qual é o único animal que tem carne? O carneiro!”, e fizeram referências constantes à língua portuguesa e seu uso.


- Debate sobre indicadores de analfabetismo na Flip+

A promoção da cultura escrita no Brasil foi tema central da mesa “De onde brota a sede”, que ocorreu nesta quinta-feira. Participaram da conversa Ana Lucia Lima, coordenadora do Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional); Renata Costa, secretária-executiva do PNLL (Plano Nacional do Livro e Leitura) e Marcelo D’ Salete, professor, ilustrador e autor de histórias em quadrinhos, vencedor do Prêmio Eisner 2018 na categoria melhor publicação estrangeira com a obra Cumbe. A mediação foi de Patrícia Lacerda, gerente da área de Educação do Instituto C&A.


Dados que estimam os níveis de alfabetismo no país e seus determinantes foram apresentados por Ana Lucia Lima. Já Renata Costa apontou o panorama das políticas públicas relacionadas ao livro e os próximos passos para que mudanças efetivas possam ter lugar. Na sequência, Marcelo D’ Salete afirmou que é preciso fomentar estratégias para a luta contra desigualdades e lógicas de exclusão que atravessam nossa sociedade. “Eu era um garoto negro da periferia de São Paulo, e sentia necessidade de pensar temas que eu não via na literatura, inclusive sobre meu recorte racial e social. Diversidade na literatura é uma parte fundamental para mudanças estruturais.”


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