flip Casa Azul Patrocínio FLIP 2010
Flipinha Flipzona Casa da Cultura  
Festa Literária
Internacional de Paraty
2010
de 4 de agosto, quarta-feira
até domingo, 8 de agosto

O fim do livro?

Por dbenevides
E-books, Kindle, Ipad. Nomes que já figuram nas listas de mais vendidos em livrarias e lojas virtuais e concretas. Será o fim do livro tal como o conhecemos? Será que Gutenberg está se revirando na tumba?

Dois sanduíches de folhas saborosas entre duas capas foram lançados recentemente para falar exatamente disso. Robert Darnton, historiador conhecido por seus textos originais e convidado da Flip, teve publicado seu A Questão dos Livros, no qual discute o plano do Google de digitalizar todos os acervos das bibliotecas públicas no mundo. Já em Não Contem com o Fim dos Livros, Umberto Eco e Jean-Claude Carrière dialogam com erudição divertida sobre esse e mil outros assuntos. Eco afirma que o livro é como a roda, difícil inventar algo melhor. O UOL deu destaque para uma resenha a respeito desses dois objetos “em extinção”.

Na Flip, Darnton vai participar de duas mesas: uma com o historiador Peter Burke, e outra com o CEO da Penguin, John Makinson.

O UOL também deu destaque na semana passada a uma resenha sobre o novo romance da chilena/carioca Carola Saavedra, que estará na Flip para conversar com a cubana Wendy Guerra.

Etiquetas: , , ,

4 Respostas para “O fim do livro?”

  1. João Paulo Disse:


    “É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver.” Gabriel G. Marquez

    O livro não vai morrer, pois o fim não se dará pelos amantes do livro.
    O maior prazer em ler um livro é sentir sua textura, seu cheiro de tinta e o folhear de cada descoberta da matéria ali inserida por seu autor.

    Atenciosamente

    JP
  2. Suely Disse:


    Espero sinceramente que o livro nunca se acabe, trabalho em uma biblioteca muito bem estruturada, adoro esse ambiente e não consigo imaginar o mundo sem os livros.
    Não posso nem pensar nessa dominação digital, fria, sem graça e sem emoção….
  3. Rejane Machado Disse:


    Concordo inteiramente com os amigos que se recusam a admitir a morte do livro. As artes convivem, a tecnologia não nos impede de ter que caminhar, usar esse equipamento antiquíssimo que a natureza nos deu para nos deslocarmos, apesar de existirem veículos de todo jeito: carros, aviões, navios .etc. Mas algumas coisas ainda são muito necessárias. Nada substitui o prazer de ter um livro nas mãos.A máquina é fria!
  4. Rejane Machado Disse:


    Não e não! O livro não pode morrer. Assim como o cinema e a fotoRejanegrafia não mataram a pintura.

Deixe uma resposta
















English